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À chegada ao Turismo do Algarve, onde iria decorrer a apresentação da segunda edição do programa Formação Algarve, Pedro Roque, secretário de Estado do Emprego, e Adolfo Mesquita Nunes, secretário de Estado do Turismo, foram recebidos por cerca de 15 manifestantes, que gritaram palavras de ordem contra o Governo, empunhando cartazes afetos à Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses (CGTP).

"Sempre recordo que os sindicatos da CGTP, com qualquer governo e em qualquer legislatura, tiveram sempre uma postura semelhante", afirmou Pedro Roque, classificando de "vozearia" as tentativas de sobreposição às escolhas democráticas das pessoas, o que considera ser uma "subversão da democracia".

O secretário de Estado do Emprego admitiu que o programa Formação Algarve “chegou tardiamente ao terreno” no ano passado, situação que o Governo tentou colmatar agora, com a edição 2013/2014, para poder abranger os máximos de trabalhadores e empresas possível.

O programa contempla um investimento de dois milhões de euros destinados à dinamização de ações de formação profissional para desempregados na época baixa e ao apoio à renovação ou conversão de contratos de trabalho a termo.

De acordo com aquele governante, o objetivo é que o programa possa abranger entre duas a cinco mil pessoas, sobretudo na área da hotelaria, mas também em outras áreas, como a construção civil ou o comércio.

Podem candidatar-se ao programa todos os trabalhadores cujo contrato de trabalho termine entre 1 de setembro e 30 de novembro de 2013.

As ações de formação em contexto de trabalho decorrem entre 1 de novembro de 2013 e 31 de maio de 2014.

Lusa

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