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No decurso de mais um Lausperene, a cadeia de oração ininterrupta ao Santíssimo Sacramento, 24 horas por dia, que a Diocese do Algarve está a promover durante 15 dias para pedir a Deus vocações de consagração, tanto no sacerdócio como na vida religiosa ou nos institutos seculares, Folha do Domingo diz-lhe quem integra no atual ano letivo a instituição algarvia dedicada à formação dos futuros sacerdotes.

O Seminário da Diocese do Algarve conta este ano com seis seminaristas, um a estudar no Seminário de São José, em Faro, quatro no Seminário Maior, em Évora, e dois em estágio pastoral, um no próprio Seminário de Faro e outro nas paróquias de Boliqueime, Ferreiras e Paderne.

Foto © Samuel Mendonça/Folha do Domingo

A frequentar o 12º ano no Seminário de São José, em Faro, está o David Mendes, da paróquia de Paderne. A frequentar o Seminário de Faro estão este ano três seminaristas da Diocese de São Tomé e Príncipe, que já tinha completado a formação em filosofia em Angola, mas que a pedido do seu bispo vieram realizar o ano propedêutico (preparatório para o ingresso no Curso de Teologia), para depois continuarem os estudos no Seminário Maior de Évora.

No Seminário Maior de Évora estão o João Santos, da paróquia da Sé de Faro, no segundo ano; o Bruno Valente, da paróquia do Montenegro, no terceiro ano; e o Getúlio Bica, da paróquia das Ferreiras, no sexto ano. A estagiar no Seminário de São José de Faro, fazendo parte da equipa formadora como prefeito, está o Samuel Camacho, da paróquia de São Pedro de Faro, e nas paróquias de Boliqueime, Ferreiras e Paderne está o Fábio Pedro, das paróquias de Loulé.

Para além do Samuel Camacho, a equipa formadora do Seminário de São José é constituída ainda pelo reitor, o padre António de Freitas, e pelo diretor espiritual, o cónego Joaquim Nunes.

No âmbito do pré-seminário, a instituição estava a acompanhar até fevereiro passado um grupo de 18 rapazes, a partir do 7º ano de escolaridade, estudantes do terceiro ciclo e secundário e também alguns já a trabalhar. “No que respeita ao trabalho vocacional, dadas as circunstâncias, desde fevereiro passado até ao verão não foi possível realizar mais nenhum encontro do Pré-seminário, nem o acompanhamento presencial daqueles jovens mais velhos que íamos acompanhando”, contou ao Folha do Domingo o reitor que é também o diretor do Secretariado da Pastoral Vocacional da diocese do Algarve, explicando que o contacto, ainda que à distância, foi mantido através dos meios tecnológicos.

“Neste momento queremos lançar o nosso programa de atividades que vinha sendo preparado para atividades presenciais, tendo em conta que tudo indicava que as coisas estavam relativamente calmas. Estávamos a esperar pelo mês de novembro porque queríamos deixar que as paróquias e os respetivos grupos de catequese se relançassem para depois começarmos a atividade, mas tendo em conta esta circunstância já percebemos que até dezembro as coisas vão estar muito complicadas”, desenvolveu o padre António de Freitas.

O responsável adianta que a alternativa passará por “programar algo que permita um acompanhamento pessoal no caso dos mais velhos” e “encontros online com os mais novos”. “É nosso desejo tentar enviar-lhes pequenos guiões de oração e reflexão que vão fazendo ao longo do mês, de modo a manterem um contacto assíduo com a questão vocacional”, especificou.

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