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Silves recebeu apenas quatro processos para apoio aos estragos do tornado

Das 89 participações feitas na Guarda Nacional Republicana, "30 pessoas levantaram a documentação, mas apenas quatro é que concluíram os processos de candidatura para que sejam enviados para o Instituto de Segurança Social", referiu Rogério Pinto.

O prazo para a apresentação de candidaturas para receber o apoio do Governo para a reparação em habitação própria ou arrendada de uso permanente e aquisição de equipamento doméstico essencial termina a 31 de dezembro.

Para o presidente da Câmara de Silves, é importante que as pessoas concluam os processos até ao fim do mês de dezembro, até porque, frisou, "apenas oito têm as habitações cobertas pelo seguro".

Rogério Pinto acrescentou que todos os lesados, particulares e empresas, "foram contactados e informados pelos técnicos da autarquia, que têm acompanhado de perto todas as situações".

Para minimizar os prejuízos das empresas, a câmara decidiu isentar em 2013 do pagamento das taxas de ocupação e publicidade todos os estabelecimentos atingidos pelo temporal.

No que respeita aos agricultores afetados, o autarca referiu que o processo está a ser acompanhado pela Direção Regional de Agricultura do Algarve.

Quanto aos equipamentos públicos danificados pelo mau tempo, o presidente referiu que o campo de futebol do Silves "é que está inoperacional, tendo o complexo de piscinas municipais retomado a sua atividade com algumas condicionantes".

No domingo assinala-se um mês sobre a passagem do temporal que atingiu Lagoa e Silves, causando 13 feridos e inúmeros estragos em habitações, viaturas e equipamentos públicos, num valor total estimado em cinco milhões de euros.

De acordo com uma resolução do Conselho de Ministros, publicada há duas semanas, o apoio financeiro do Governo às vítimas do temporal no Algarve será atribuído consoante os prejuízos e a incapacidade de as famílias superarem a situação pelos seus próprios meios.

Há ainda um conjunto de condições excecionais para os municípios afetados, que em 2013 poderão ultrapassar os limites de endividamento, mas somente pelo valor necessário à contratação de empréstimos para financiar intervenções que reponham infraestruturas e equipamentos municipais atingidos.

Lusa

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