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Os símbolos da Jornada Mundial da Juventude (JMJ) estiveram hoje no hospital de Faro, tendo ficado em permanência na capela daquela unidade de saúde.

Foto © Samuel Mendonça/Folha do Domingo
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Durante a manhã, a cruz e o ícone mariano foram visitados por médicos, enfermeiros, funcionários e por doentes num ambiente de grande recolhimento.

O padre António de Freitas, um dos responsáveis pela programação da visita dos símbolos nas paróquias da vigararia de Faro, orientou ao final da manhã alguns momentos de oração e reflexão, lembrando aqueles que “estão doentes ou a ser tratados”, mas também “aqueles que gastam diariamente a sua vida a cuidar dos outros”.

No final, o sacerdote desejou “que estes símbolos ajudem a renovar a presença da Igreja” naquele lugar “através do testemunho pessoal de cada cristão que é médico, enfermeiro ou administrativo” naquela casa. “Vale a pena, como Jesus, oferecer a nossa vida pelos outros. Vale a pena mesmo quando, por vezes, não reconhecem o valor do nosso trabalho, nem as horas dedicadas. É nisto que a vida vale a pena: quando amamos sem esperar nada em troca”, sustentou.

Foto © Samuel Mendonça/Folha do Domingo

Aquele responsável desejou ainda que “se possa juntar à ciência e à técnica também o amor, a ternura, a compaixão e humanizar sempre, cada vez mais, o serviço hospitalar em todas as áreas” e desafiou cada profissional de saúde a “marcar a diferença na vida da humanidade pelo bem, amor e entrega, por pensar em primeiro lugar mais nos outros do que em si mesmo”.

Foto © Samuel Mendonça/Folha do Domingo

O padre António de Freitas lembrou os presentes que passaram a fazer “parte de uma cadeia de milhões de homens e de mulheres que encontraram nestes símbolos forma de dialogar com Deus, reencontraram-se com Jesus, decidiram as suas vidas, optaram por vocações, encontraram forças para recomeçar”.

Foto © Samuel Mendonça/Folha do Domingo
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“Que a presença desta cruz e deste ícone possa significar, por um lado a força que Deus quer fazer ressurgir em cada um de nós para recomeçarmos sempre, mas por outro a esperança e a força a que somos chamados com verdade, mas também com caridade a transmitir àqueles que estão sobre os nossos cuidados” afirmou no final daquela manhã, que contou ainda com a presença do padre Luís Gonzaga, capelão daquela unidade do Centro Hospitalar Universitário do Algarve (CHUA), e da coordenadora do Setor da Pastoral Juvenil da Diocese do Algarve e membro do Comité Organizador Diocesano da JMJ 2023 em Lisboa, Vânia dos Santos, que terminou com a consagração daquele estabelecimento hospitalar a Nossa Senhora.

Foto © Samuel Mendonça/Folha do Domingo

A Cruz da JMJ foi entregue pelo Papa João Paulo II aos jovens em abril de 1984 e marcou o início de uma peregrinação da juventude de todo o mundo; em 2000, o mesmo pontífice confiou aos jovens uma cópia do ícone de Nossa Senhora ‘Maria Salus Populi Romani’.

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