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Manuel Violas afirmou que a transformação – já concluída nos casinos de Espinho, de Vilamoura e do Hotel Algarve, mas ainda a decorrer no Casino de Montegordo – teve como objetivo dotar esses espaços de maior mobilidade de circulação, num conceito que se aproxima aos estilo dos casinos de Las Vegas

"Remodelamos os casinos de forma a criar espaços mais amplos, em que as pessoas possam circular mais à vontade", disse Manuel Violas. "Em Espinho conseguimos um formato inovador, em que, logo à entrada, os visitantes encontram agora bancadas e máquinas de jogo, além de um novo bar que tanto serve o público como a área de jogo".

Os projetos de renovação dos quatro casinos são assinados pelo arquiteto Rui Lacerda e pelo decorador Fernando Marques de Oliveira, incluindo a nova disposição dos espaços interiores e novos parques de máquinas e mais sinalética indicativa dos prémios em jogo.

O Casino de Espinho absorveu a maior parte do investimento mas, dos oito milhões de euros que lhe foram destinados, seis milhões foram aplicados em equipamentos de jogo, particularmente na atualização do parque de máquinas.

Manuel Violas referiu que essa mudança teve em conta as preferências dos clientes e frequentadores do casino de Espinho, que é o que regista maior afluxo de público, numa média de 3000 visitantes por dia.

Embora a oferta tenha passado de 900 para 800 máquinas, o presidente do grupo Solverde referiu que as novas máquinas "disponibilizam agora jogos novos e mais interessantes".

Às 800 "slots" juntam-se ainda 33 mesas de jogo, incluindo poker, roleta americana, banca francesa, black jack e ponto e banca.

Nos casinos de Vilamoura e do Hotel Algarve, os trabalhos incidiram sobretudo no interior dos edifícios. Para Montegordo, onde as obras devem prosseguir até maio, o projeto também prevê a remodelação da fachada do edifício para dar "mais dignidade e visibilidade"ao imóvel, segundo Manuel Violas.

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