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À margem do 35.º Congresso Nacional da Associação Portuguesa de Agências de Viagens (APAVT), Fernando Pinto afirmou que nos projectos para 2010 a transportadora aérea vai reduzir custos através de menos oferta.

Fernando Pinto adiantou também que a empresa pretende continuar com a “reestruturação das vendas” e quer apostar também na capitalização “para não voltar a ter os problemas sentidos desde há 10 anos”.

Sobre a questão da Groundforce, empresa de assistência em terra, Fernando Pinto afirmou que a “operação com a Groundforce não é o maior problema para a TAP”, contudo admitiu que “vender a Groundforce é um alívio para as contas da TAP”.

Em 2009, o prejuízo que a TAP teve com a Groundforce foi de “20 milhões de euros”.

Questionado pelos jornalistas sobre os prejuízos da paralisação deste ano na TAP feita pelos pilotos, o presidente da transportadora aérea portuguesa foi categórico ao dizer “que os prejuízos foram muito elevados”, mas escusou-se a especificar o valor das perdas.

Fernando Pinto afirmou ontem, em Vilamoura, que a empresa vai conseguir sobreviver à crise e anunciou que este é o segundo melhor ano da história em número de passageiros.

A “companhia de aviação tem mostrado que é possível sobreviver”, declarou, recordando, por outro lado, que esta crise mundial mostrou a importância do transporte aéreo, porque se reconhece a importância que tem para o PIB mundial (responsável por 8 por cento do PIB mundial).

Fernando Pinto escusou-se a dar previsões dos lucros deste ano por tudo ainda “depender do mês de Dezembro, mas assumiu que o mês de Novembro está a receber mais reservas do que no mês homólogo de 2008.

A TAP baixou o nível de individamento para 1,4 milhões de euros, adiantou, Fernando Pinto.

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