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António Serrano adiantou que Tavira foi escolhida para encabeçar a candidatura portuguesa, que agrega a Universidade do Algarve, quatro ministérios (Agricultura, Saúde, Economia e Negócios Estrangeiros), Fundação Portuguesa de Cardiologia, entre outras instituições.

“O ponto fulcral da candidatura é Tavira, município que abraçou esta responsabilidade muito bem e está a fazer todas as diligências para que mereça crédito da UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura)”, afirmou o governante.

O ministro disse que Tavira foi escolhida para coordenar a candidatura “porque é uma cidade onde têm decorrido festivais dedicados à gastronomia mediterrânica, está bem enquadrada no Algarve, tem património gastronómico mas também monumental e estabelece pontes com Alentejo”.

Serrano defendeu ainda as vantagens económicas de um reconhecimento da dieta mediterrânica pela UNESCO, porque criaria um fator de diferenciação relativamente a outros países.

“Dou o exemplo do azeite, que aumentou muito as suas exportações. Imaginem agora se a dieta mediterrânica for reconhecida o que isso poderá implicar em termos de aumento das exportações”, concluiu.

O governante participou hoje no seminário que assinalou o arranque oficial da candidatura portuguesa, em Tavira.

Lusa

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