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A Associação de Hotéis e Empreendimentos Turísticos do Algarve (AHETA) divulgou hoje os números do último mês de 2012, frisando que o valor global registado na região foi “próximo do valor verificado em 2011” e representou um aumento do volume de vendas de 1,4 por cento, comparativamente com o período homólogo do ano transato.

O presidente da AHETA, Elidérico Veigas, afirmou à Lusa que a “subida verificada é residual, porque apenas foram contabilizados os empreendimentos que estão efetivamente em funcionamento” e “não estão incluídas as unidades que encerraram” em época baixa.

“Se as que estão encerradas fossem contabilizadas, teríamos uma tendência negativa, porque há muito mais empreendimentos encerrados do em 2011”, acrescentou Elidérico Viegas, sem quantificar ao certo o número de unidades que fecharam portas para o inverno.

As principais subidas foram verificadas nos mercados britânico (mais 1,8 por cento) e holandês (mais 0,3), enquanto as maiores descidas foram sentidas nos mercados português (menos 0,8 por cento) e alemão (menos 0,4).

Quanto às zonas de distribuição da ocupação hoteleira, os dados da AHETA apontam para tendências positivas em Carvoeiro/Armação de Pêra (mais 3,4 por cento) e Albufeira (mais 2,2). Já Portimão/Praia da Rocha foi a zona do Algarve que mais quebra sentiu (menos 2,6).

A taxa de ocupação média mais alta foi a de Monte Gordo/Vila Real de Santo António, com 44,9 por cento, tendo a mais baixa sido registada em Lagos/Sagres, com 13,9 por cento, segundo a principal associação hoteleira do Algarve.

“Por categorias, a principal descida registou-se nos hotéis e aparthotéis de 5 estrelas (menos 3,0 por cento). Os aldeamentos e apartamentos turísticos de 5 e 4 estrelas (+2,6 por cento) e os hotéis e aparthotéis de 3 estrelas (mais 2,3 por cento) foram os que apresentaram as maiores subidas nas ocupações”, referiu ainda a AHETA.

A Associação hoteleira algarvia sublinhou que os hotéis e aparthotéis de 3 estrelas “foram os que apresentaram a ocupação mais elevada, com 33,6 por cento, enquanto a mais baixa foi registada nos de 5 estrelas, com 15,7 por cento.

Lusa

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