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O Corpo Nacional de Escutas do Algarve esteve em festa no sábado passado em Faro. Com um programa vasto de actividades, os quase dois mil elementos que estiveram no pavilhão de eventos e exposições da capital algarvia, começaram por ouvir D. Manuel Quintas abordando a importância de um amigo fiel. Não poderiam ser melhor escolhidas estas palavras, quando se fala sobretudo do papel do escutismo. Ao fazer esta comparação, o Bispo do Algarve, alertou para a importância de se preservarem valores que estão intrinsecamente ligados ao movimento e, ao mesmo tempo, preservar uma cultura de união que é muito importante.

“Ao juntarmos a união e a amizade haverá alegria” reforçou D. Manuel Quintas, pedindo a todos que ao longo da sua vida, para além de fortalecerem a sua fé cristã, soubessem ser portadores desta mensagem e fossem amigos fiéis, com amizade, unidade e alegria.

Após a Eucaristia, foi dada posse à nova Junta Regional do Algarve do CNE – Corpo Nacional de Escutas, eleita no mês passado de Fevereiro. Assim tomaram posse o novo chefe regional eleito, José João Cercas Vicente, a chefe regional adjunta, Maria José Leote e Manuel Bastos, João António Marques, Rosalinda Lourenço e João Pedro Calão, todos secretários regionais.

Nesta ocasião, foi também dada posse ao padre António de Freitas como Assistente Regional, sendo coadjuvado nessas funções pelo padre Domingos Fernandes.

Em declarações exclusivas à FOLHA DE DOMINGO, o novo chefe regional afirmou que “o dia da celebração de BP (Baden Powell) foi um excelente momento de confraternização entre os membros de forma a estarem atentos ao futuro deste movimento.”

Alertou ainda para o facto de no final deste ano ser proposto o novo programa educativo, o qual foi aprovado no último Conselho Nacional e que será incutido o mais breve possível, havendo por parte da nova Junta uma vontade de formar os dirigentes para que possam dar uma resposta positiva ao novo desafio.

Confrontado sobre quais seriam as prioridades para este mandato, o novo chefe regional, reafirmou “o objectivo imediato de unir a região, dando por finalizado um período em que nem tudo correu bem, olhando para o futuro com a vontade de pôr em prática novas ideias para acabar no último ano com uma grande festa, traduzida num acampamento regional”.

O chefe José João Cercas Vicente concluiu estas curtas declarações com a convicção de que os meninos continuarão a consertar o homem e o mundo, o que para além de constituir parte de uma fábula sobejamente conhecida, pretende continuar a ser o lema de vida do escutismo algarvio.

Nuno Silva

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