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O delegado regional do STI, António Frazão, afirmou que a violência a que muitos funcionários estão sujeitos é “fruto da pressão que os contribuintes sentem”, recordando os incidentes que terão ocorrido a um funcionário das Finanças de Lagos (agredido logo pela manhã quando saia de caso) e a outro dos serviços de Faro (viu o seu carro incendiado durante a noite).

Luís Veiga, delegado sindical, referiu que os funcionários mais expostos são os que estão aos balcões dos serviços, mas também os inspetores tributários e os que fazem serviço externo de penhoras.

O sindicalista António Frazão supõe que os ataques têm como objetivo constranger os funcionários, exercer pressão para que não cumpram as suas funções e deixem passar situações ilegais.

A adesão dos funcionários a este curso foi tanta que as 25 vagas foram rapidamente preenchidas, estando a organização a pensar preparar outras sessões de técnicas de defesa pessoal, inspiradas nas artes marciais.

Rúben Oliveira com Lusa
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