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O presidente da Câmara de Albufeira, José Carlos Rolo, considerou que a passagem das linhas de alta tensão para o subsolo permite reduzir o impacto paisagístico dos postes elétricos e dos cabos, mas trará também, segundo o vereador com o pelouro das Acessibilidades e Energia, Carlos Quintino, evitar eventuais riscos para a saúde pública.José Carlos Rolo manifestou a satisfação pelo fim dos trabalhos de enterramento da linha, que significam “uma melhoria substancial das condições de fornecimento de energia ao concelho” e uma “mais-valia ao nível do impacto paisagístico”.

“Do ponto de vista da diminuição dos possíveis riscos para a saúde da população, e mesmo com a Organização Mundial de Saúde a afirmar que os estudos científicos existentes não comprovam os perigos dos campos eletromagnéticos gerados pelos cabos de alta tensão, é importante a autarquia poder garantir a tranquilidade da população nesta matéria, e isso foi agora conseguido”, considerou Carlos Quintino, também citado num comunicado da autarquia.

A obra da passagem das linhas aéreas de 60 KV a subterrâneas na Subestação de Albufeira foi feita ao abrigo de um protocolo celebrado entre o município de Albufeira e a EDP Distribuição – Energia SA, começaram em 2010 e centraram-se no enterramento de uma extensão de aproximadamente 1.600 metros, evitando que os cabos passassem por cima da Urbanização dos Caliços, segundo a informação avançada pela autarquia.

A obra foi feita de forma faseada e financiada em parte pela Câmara de Albufeira, que gastou cerca de três milhões de euros nos trabalhos, realizados em simultâneo com a requalificação da Estrada Nacional 395, entre o Beco da Cocheira e o Acesso ao Centro de Saúde, e com a terraplanagem do prolongamento da rua Paul Harris, entre o Centro de Saúde e a rotunda existente a nascente, precisou o município.

 
Lusa

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