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“A direção do Turismo do Algarve lamenta profundamente o súbito anúncio do encerramento da operação da Groundforce no aeroporto de Faro e o despedimento dos colaboradores da prestadora de serviços de assistência de transportes em terra”, lê-se numa nota de imprensa enviada à comunicação social.

Em declarações à Lusa, o presidente do Turismo do Algarve, Nuno Aires, adiantou que o Sindicato dos Técnicos de Handling dos Aeroportos (STHA) pediu uma reunião com o aquela entidade e que ficou marcada para segunda feira, pelas 10:00, na sede de Entidade Regional do Turismo do Algarve (ERTA).

Nuno Aires adianta que apesar do encerramento da operação da Groundforce no aeroporto de Faro, teve a garantia de que a decisão da Groundforce “não coloca em causa a actividade aeroportuária em Faro”.

“A operação turística no destino ficará assim igualmente garantida”, acrescentou.

A Groundforce, empresa detida pela TAP que tem como função assistir companhias áreas em terra, anunciou quarta feira o encerramento da operação em Faro, e o despedimento coletivo de 336 trabalhadores, como resultado das perdas da empresa, estimadas em 20 milhões de euros só este ano.

Sexta-feira, às 09:30, a comissão de trabalhadores da Groundforce vai reunir com os 336 trabalhadores despedidos, e as 13:30, o deputado socialista Miguel Freitas vai reunir com a comissão de trabalhadores da Groundforce, sindicatos e com a direção do Aeroporto Internacional de Faro.

Lusa

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