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Em comunicado, o presidente daquela estrutura lembra que o aeroporto localizado na capital algarvia "serve o maior destino turístico do país", pelo que deverá merecer a especial atenção do grupo vencedor na corrida à privatização da ANA – Aeroportos de Portugal.

"O Aeroporto Internacional de Faro é uma das estrelas da rede aeroportuária nacional. Como tal, esperamos que os interesses específicos da região continuem a ser salvaguardados de futuro, sobretudo porque as taxas aeroportuárias cobradas nos aeroportos vão sofrer alterações já este ano", afirma Desidério Silva.

Em 2011, aquela infraestrutura movimentou mais de 5,6 milhões de passageiros, tendo também registado uma evolução favorável nos últimos meses de 2012, apesar de ter sido um ano dominado pela crise europeia.

Para o ano que agora começa, a expectativa é a de que o tráfego de passageiros continue a crescer em Faro, mesmo que o mercado aeroportuário seja agora controlado por um operador privado, conclui Desidério Silva.

O grupo francês Vinci venceu, no final de dezembro, o concurso relativo à privatização da ANA, ficando com a concessão dos aeroportos portugueses por um período de 50 anos.

Prevê-se que o contrato, que deverá ser assinado no próximo ano, renda cerca de três mil milhões de euros ao Estado português.

A Vinci – que opera no setor da construção e das concessões -, foi uma das quatro empresas a apresentar propostas para a compra da ANA e está já presente em Portugal como segundo maior acionista da Lusoponte.

Lusa

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