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A União de Freguesias de Moncarapacho e Fuseta denunciou na quarta-feira a “situação caótica” da sinalização luminosa na Estrada Nacional (EN) 125, situação que está a colocar em risco “a segurança” dos utentes daquela estrada.

A união de freguesias diz apresentar com frequência reclamações à Infraestruturas de Portugal (IP) relativas ao estado de degradação dos sinais luminosos, contudo, aquela entidade remete a questão para a subconcessionária Rotas do Algarve Litoral, que “se tem recusado a assumir as suas responsabilidades”, alegando estar em processo negocial de contrato de subconcessão.

“Neste ‘jogo do empurra’ entre a IP e a Rotas do Algarve Litoral quem sai prejudicado são os utentes da EN 125, que têm a sua segurança rodoviária em causa”, lê-se no comunicado hoje divulgado, no qual a união de freguesias enumera uma dezena de anomalias nos semáforos no troço que atravessa a freguesia.

Segundo a união de freguesias, praticamente todos os semáforos apresentam anomalias, situação relatada num relatório enviado no dia 19 de novembro de 2018 para a IP, embora passados dois meses “nada tenha sido reparado”, havendo locais em que a situação “até piorou”.

Depois do envio do relatório, a freguesia procedeu à monitorização da situação dos semáforos no dia de hoje e confirmou que, em alguns casos, as avarias se mantêm, enquanto noutros, foram agravadas.

De acordo com a lista, há semáforos que não funcionam de todo, noutros não funciona um dos sinais luminosos, enquanto noutros casos é o semáforo limitador de velocidade que não funciona.

Num dos casos, no cruzamento de Alfandanga, “todos os semáforos precisam de uma reparação geral”, já que a maioria das luzes não estão a funcionar e os semáforos que funcionam trabalham “de forma descoordenada”.

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