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Iniciativa idêntica já foi implementada no Hospital de São José, em Lisboa, e está em fase de alargamento a outras unidades do país.

A medida, que estava prevista no programa do Governo e consta do Relatório Final do Grupo Técnico para a reforma hospitalar, visa “dar a conhecer aos cidadãos, de forma clara e transparente, os custos associados aos cuidados de saúde que recebem e que são, maioritariamente, suportados pelo Orçamento Geral do Estado”, sublinha o Conselho de Administração do Hospital, em comunicado.

Assume-se ainda como um dever de transparência mas, sobretudo, como um direito de cidadania e propõe-se “a envolver e mobilizar os utentes a participarem na defesa do SNS [Serviço Nacional de Saúde]”, acrescenta.

Visa ainda consciencializar os utentes do esforço económico que os cuidados de saúde representam para todos os contribuintes, de modo a induzir a uma utilização mais racional e adequada dos serviços, nomeadamente dos cuidados hospitalares.

A entrega do documento informativo, no qual constam os custos unitário e total de cada ato com a identificação da taxa moderadora correspondente, será feita presencialmente, no momento da admissão a qualquer um dos serviços de urgência do hospital – Urgência Geral, Pediátrica e Ginecológica/Pediátrica.

Lusa

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