Pub

Na missiva, de 8 de Setembro de 2001, o cardeal Dario Castrillon Hoyos apoiou a decisão do bispo Pierre Pican, o qual não denunciou um padre que posteriormente foi condenado a 18 anos de prisão.

“Este documento é uma nova prova de quanto era oportuna a unificação do tratamento dos casos de abusos sexuais de menores por parte de membros do clero sob a competência da Congregação para a Doutrina da Fé, para garantir uma condução rigorosa e coerente”, explica o Pe. Lombardi.

O porta-voz do Vaticano alude às medidas tomadas pelo Cardeal Joseph Ratzinger (hoje Bento XVI), em 2001, nas “Normas acerca dos delitos mais graves reservados à Congregação para a Doutrina da fé”, o indicando aos bispos de todo o mundo que denunciassem os casos a esta Congregação.

Agência Ecclesia
Pub