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“Nos anos 1980, havia furtos e assaltos a unidades hoteleiras, restaurantes e bares, mas não eram tão violentos e não havia situações dramáticas, como assaltos à mão armada”, disse o dirigente hoteleiro à Agência Lusa.

Daniel do Adro revelou ter recebido garantias de empenhamento no combate à criminalidade violenta por parte do ministro da Administração Interna, Miguel Macedo, com quem se reuniu na passada semana, em conjunto com o presidente da Associação Portuguesa de Hotelaria, Restauração e Turismo, Rodrigo Pinto Barros.

Segundo o dirigente da AIHSA, o membro do Governo deu garantias de que os principais problemas de insegurança no Algarve estão identificados e serão objeto de forte combate por parte das forças policiais.

“O senhor ministro garantiu-nos que os principais bandos e indivíduos estão identificados por parte das autoridades policiais”, disse, adiantando que lhe foi prometido que o habitual reforço dos meios policiais durante o verão será este ano concretizado de forma mais eficiente.

A revisão do regime legal de vigilância privada nos empreendimentos turísticos foi outro ponto da agenda das duas associações na reunião com o ministro.

Entretanto, já no final da semana passada, o presidente da Comunidade Intermunicipal do Algarve, Macário Correia, rejeitou que haja qualquer aumento da violência na região.

Invocando as últimas estatísticas das forças policiais sobre a incidência criminal no Algarve, o também presidente da Câmara de Faro frisou que a região está mais segura do que anteriormente para os que nela residem e para os visitantes.

Lusa

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