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Aguiar_brancoO ministro da Defesa Nacional, Aguiar Branco, considerou ontem que a inauguração da nova Capitania de Lagos e a criação do posto de capitão do porto a tempo inteiro significa investir “na genética da ligação de Portugal ao mar”.

“Quando estamos a fazer estes investimentos, que conciliam diversas instituições, estamos a investir na genética da ligação de Portugal ao mar e no que isso significa do recurso de excelência que o mar significa para todos nós”, declarou Aguiar Branco na tomada de posse do capitão do porto de Lagos e na inauguração da nova Capitania local.

O governante congratulou-se pela convergência entre várias autoridades para erguer o novo edifício da Capitania de Lagos e disse que é sempre difícil encontrar o ponto de equilíbrio do “binómio fator humano e fator logístico”.

“Sabemos que as coisas não funcionam sem as pessoas, mas as pessoas também precisam de ter as ferramentas, os instrumentos, a logística, para poderem desempenhar as suas funções”, afirmou.

“Os tempos que vivemos são muito difíceis para encontrarmos o ponto de equilíbrio” desse binómio, disse Aguiar Branco, reiterando a sua satisfação por em Lagos se ter conseguido fazer o “dois em um”, ou seja, a posse do novo capitão do porto e a inauguração de novas instalações.

Aguiar Branco sublinhou, na ocasião, que as funções do capitão de porto se focalizam “na segurança marítima” e na “segurança das praias”.

“Temos fiscalização, segurança, atendimento, exercício de funções de capitão de porto, capitanias, tudo isto é a pedra angular da Autoridade Marítima Nacional e por isso é a expressão fundamental da identidade marítima de Portugal”, concluiu.

O novo edifício da Capitania de Lagos custou meio milhão de euros, está assente em 60 micro estacas e é antissísmico.

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