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Segundo o estudo “Onde e como se vive em Portugal”, hoje divulgado e baseado nos resultados definitivos dos Censos de 2011, Lisboa é a região do país onde mais alojamentos estão ocupados como residências habituais.

O estudo refere que, “entre os 5,1 milhões de alojamentos clássicos ocupados, cerca de 78% são residências habituais e 22% residências secundárias ou de uso sazonal”.

A região de Lisboa é aquela que tem a maior densidade populacional do país (940 habitantes por quilómetro quadrado) e a segunda maior parcela de habitantes (26,7% da população residente), a seguir ao Norte (com 34,9% de população residente).

Na região de Lisboa, cerca de 87% dos alojamentos clássicos são ocupados como residências habituais. A Península de Setúbal é a NUT III (nomenclatura de unidade territorial) que apresenta maior proporção de residências secundárias, sendo que, no município de Sesimbra, 36% dos alojamentos têm este fim.

No que respeita aos alojamentos vagos, “cerca de 24% estão destinados a venda e 17% a arrendamento”. Os municípios de Alcochete e de Sesimbra são os que têm mais alojamentos para venda e Lisboa e Odivelas onde predominam os destinados a arrendamento.

Na região do Algarve, 54,5% dos alojamentos clássicos são usados como residências habituais e 45,5% como residências secundárias.

“O município de Faro destaca-se com a maior proporção de alojamentos clássicos ocupados como residência habitual (81,9%), seguido pelo município de Olhão (77,4%)”, refere o estudo.

Os concelhos de Castro Marim e Albufeira são aqueles que registam as maiores proporções de residências secundárias, com 64,4% e 57,5%, respetivamente.

Nesta região, 28% dos alojamentos vagos destinam-se à venda e 24% ao arrendamento, sendo em Tavira e Lagos que há mais dos primeiros e em Albufeira e Vila do Bispo dos segundos.

Redação com Lusa

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