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“O nosso espírito é pegar nas empresas e aglomerá-las de alguma forma, para que não fiquem jogadas no limbo que é a internet atualmente”, explicou João Rosado, que espera com este projeto dar novas ferramentas para o sucesso das empresas da região.

Além da base do centro comercial virtual, que poderá ser consultada por área de negócio ou por área geográfica, o projeto vai ser dinamizado nas redes sociais e inclui a elaboração de estudos de marketing das sete cidades litorais do distrito de Faro, para avaliar as necessidades dos clientes e das empresas.

Quando concretizado, o centro comercial virtual algarvio vai funcionar como uma montra empresarial regional permanentemente disponível ao consumidor com acesso à internet.

“Quem quiser comprar pode ter mais esta possibilidade além das lojas de porta aberta”, comentou João Rosado, sublinhando que cada empresa que integre o projeto terá a responsabilidade de dinamizar o seu espaço próprio.

A ACRAL vai candidatar o projeto a apoios do Quadro de Referência Estratégica Nacional (QREN), no âmbito do sistema de incentivos à atividade comercial, até 22 de fevereiro.

O QREN enquadra a aplicação da política comunitária de coesão económica e social em Portugal no período 2007-2013.

“Estamos a tentar explorar ao máximo as possibilidades e os recursos que ainda estão disponíveis, porque o período [de apoios do QREN] de 2014-2020 ainda é uma incógnita”, afirmou.

João Rosado não avançou valores para o investimento necessário para implementar o projeto justificando que só no final da elaboração da candidatura terá os valores concretos.

Lusa

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