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 © Luis Forra/Lusa
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A Câmara de Aljezur pediu na segunda-feira uma “pronta intervenção” da parte do Ministério do Ambiente para a regularização dos estragos que o mau tempo e o estado do mar provocaram naquele concelho no dia 06 de janeiro.

Em comunicado, a autarquia revela que do “caderno de encargos já apresentado fazem parte entre outras a erosão generalizada de areais, desmoronamento de taludes e problemas de deslocamento de grandes rochas nos portinhos de pesca de Arrifana e do Forno”.

A Câmara de Aljezur considera que as entidades com competências e responsabilidades diretas na matéria do Ambiente não se poderão alhear das preocupações da autarquia.

“Aguardamos que, a curto prazo, representantes do Ministério do Ambiente voltem novamente ao concelho, já com um plano de ação para a resolução dos problemas suscitados.

A Câmara de Aljezur aponta também uma particular preocupação sobre o “assoreamento da foz do rio em Odeceixe e Amoreira, que levou ao alagamento das várzeas”.

A autarquia alertou, ainda, que em pleno inverno a “dinâmica natural das marés”, a “força da natureza” e a “ocorrência de novas e eventuais tempestades” podem ditar novas situações de estragos.

O temporal registado no início deste ano provocou estragos em algumas praias do Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina, atingindo cafés e bares de praia e provocaram milhares de euros de prejuízos.

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