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A Câmara de Albufeira vai recolher contributos para a 4.ª edição do Orçamento Participativo durante cinco sessões públicas a realizar em todas as freguesias do concelho, entre 14 e 22 de março, anunciou a autarquia.

A autarquia algarvia, uma das 16 do distrito de Faro, adiantou ter reservado uma verba de 250.000 euros para aplicar em Acessibilidade e Mobilidade, valor que qualificou como o “maior desde sempre” destinado a projetos decididos no âmbito do Orçamento Participativo.

Considerado como uma “importante ferramenta de gestão e estratégia partilhada com os cidadãos”, o Orçamento Participativo vai ser desenvolvido em “cinco sessões públicas destinadas a promover a recolha de propostas”, a primeira delas marcada para 14 de março, em Ferreiras, referiu a Câmara de Albufeira num comunicado.

Com os seus contributos, os participantes vão ajudar o município a alcançar o “objetivo de promover a apresentação de propostas de investimento e favorecer a definição coletiva de prioridades com vista ao desenvolvimento sustentável do concelho”, considerou a Câmara algarvia.

O município calendarizou as sessões públicas para 14 de março, às 20:30, na Escola E.B. 2,3 da freguesia de Ferreiras, para 15 de março, às 18h30, na Escola E.B. 1 de Olhos de Água, e para 17 de março, também às 20:30, na Escola Secundária de Albufeira.

A 21 de março, será a vez da freguesia da Guia, com a sessão a realizar-se às 20:30, na Escola E.B. 2,3 local, enquanto a última está marcada para o dia seguinte, às 18:30, na Junta de Freguesia de Paderne, acrescentou a autarquia.

Citado no comunicado, o presidente da Câmara de Albufeira, Carlos Silva e Sousa, disse acreditar que o tema escolhido para esta edição do Orçamento Participativo – Acessibilidade e Mobilidade – vai “permitir recolher um conjunto de propostas” que “irão contribuir para uma sociedade mais justa e inclusiva”.

“É fundamental apostar na qualidade dos espaços públicos, dos edifícios e do funcionamento dos serviços, que devem estar adaptados ao conforto e autonomia de todos os utilizadores, promovendo, cada vez mais, a autonomia dos cidadãos de todas as faixas etárias, condição ou extrato social”, afirmou.

Carlos Silva e Sousa considerou, no entanto, que “a acessibilidade e a mobilidade têm que ser entendidas numa perspetiva mais alargada”, porque, sustentou, “as barreiras também podem ser de natureza sensorial e intelectual”.

“E é nossa obrigação eliminar todo o tipo de barreiras, nomeadamente as que se prendam com a dignidade humana e a solidariedade – valores fundamentais numa sociedade democrática”, disse ainda o autarca.

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