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A Câmara de Faro contratou, por tempo indeterminado, 45 auxiliares de ação educativa, que a partir de ontem foram integrados nas escolas do concelho, para colmatar a falta de pessoal não docente, anunciou a autarquia.

Em comunicado, a autarquia adiantou que o reforço de pessoal auxiliar nos quadros das escolas do concelho “mitiga a lacuna que se vinha sentindo, relacionada com a escassez de pessoal não docente nos estabelecimentos de ensino”.

O ato de assinatura do contrato de trabalho com os 45 colaboradores decorreu hoje na autarquia, o que só foi possível “graças à melhoria substancial da situação financeira” da Câmara e “à recuperação da alguma da sua autonomia”, uma vez que estas contratações representam um acréscimo de cerca de 530.000 euros anuais ao orçamento municipal.

A autarquia recordou ainda que, em 2016, foram investidos “mais 1,7 milhões de euros só no setor de educação”, tido como “prioritário” pelo executivo liderado por Rogério Bacalhau, eleito pela coligação Juntos por Faro (PSD/CDS-PP/MPT/PPM/MIM).

“Neste investimento destacam-se as diversas remodelações ocorridas no parque escolar, designadamente no pavilhão da Escola Básica 2,3 D. Afonso III e da Escola Básica 2,3 Poeta Emiliano da Costa, os melhoramentos na Escola Básica/Jardim de Infância do Carmo, bem como a aquisição, montagem e instalação de equipamentos e mobiliário para as cozinhas dos refeitórios escolares”, lê-se no comunicado.

A Câmara destacou ainda o investimento de 250 mil euros na transferência de competências e meios para os agrupamentos, nos transportes escolares, no aumento do número de beneficiários do programa de refeições escolares, material didático e bolsas de estudo.

Citado no comunicado, o presidente da Câmara referiu que a educação no concelho “detém uma nova cara, reforçada, e com condições de muito melhor proporcionalidade em relação àquilo que se ambiciona e projeta” para a capital do Algarve.

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