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Foto © Samuel Mendonça
Foto © Samuel Mendonça

A Câmara Municipal de Vila Real de Santo António e o Corpo Nacional de Escutas (CNE) assinaram um contrato de comodato com vista à cedência das instalações para a futura sede do Agrupamento 1370.

O acordo foi firmado no final da eucaristia do Jubileu dos Escuteiros que teve lugar no passado sábado em Vila Real de Santo António com a participação de quase 1800 escutas de todo o Algarve.

Aquele agrupamento escutista, fundado a 1 de julho de 2012 com três dirigentes e 12 lobitos (escuteiros entre os 6 e os 10 anos), funciona desde então no quintal da igreja matriz da cidade pombalina, um espaço pequeno para acolher os 47 elementos das quatro secções escutistas.

Foto © Samuel Mendonça
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A nova sede, agora cedida pela autarquia por um período de 20 anos, situa-se no Bairro do Farol onde já funcionou um lar e um infantário e já permitirá ao agrupamento ter todas as secções a trabalhar em espaços separados.

Visivelmente contente com esta nova etapa, o chefe do agrupamento, que conta com mais 10 dirigentes e candidatos a dirigentes, reconheceu ao Folha do Domingo que a edilidade “tem ajudado bastante” os escuteiros.

António Moleira Martins lembra que a ideia da constituição do agrupamento partiu do antigo pároco de Vila Real de Santo António, o padre Feliz Vieira Pires. “Quando me aposentei, o padre Feliz disse-me que tinha o sonho de fundar um agrupamento do CNE. Eu, como católico, abracei logo a ideia dele”, conta o antigo chefe da PSP de Vila Real de Santo António, que também foi escoteiro e chefe do Grupo 60 daquela cidade da Associação de Escoteiros de Portugal.

No final da missa, o bispo do Algarve, que presidiu à celebração agradeceu o protocolo que foi assinado entre o chefe regional do Algarve do CNE, José Cercas Vicente, e a vice-presidente da Câmara de Vila Real de Santo António, Conceição Cabrita. “Penso que é muito importante para que os escuteiros aqui de Vila Real de Santo António possam usufruir de todas as potencialidades que o CNE lhes traz”, afirmou D. Manuel Quintas.

Também a chefe regional adjunta do CNE, em declarações à Agência Ecclesia e ao Folha do Domingo, se congratulou com o acordo que permite ao Agrupamento 1370 “ter um espaço condigno onde realizar as suas atividades”. “É ótimo que as entidades municipais percebam a importância da nossa associação na ajuda da formação e da educação da juventude”, afirmou Maria José Leote.

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