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“Faço parte de uma equipa há já 16 anos e o projeto que implementámos em Alcoutim ainda não está terminado. Muito foi feito, mas muito ainda há por fazer. Essa é uma das razões por que sou candidato à Câmara de Alcoutim”, afirmou José Carlos Pereira à agência Lusa.

O empresário de 44 anos, sócio da panificadora Serralgarve, que produz o conhecido pão de Martinlongo, recordou a sua experiência no executivo municipal liderado por Francisco Amaral e apontou a necessidade de promover o desenvolvimento económico.

“Acredito que vamos criar economia mais forte, mais justa e criadora de mais emprego. Acredito que podemos continuar a construir um caminho de sucesso no concelho, onde cada vez valha mais a pena viver”, acrescentou.

José Carlos Pereira, que entrou na autarquia em 1998 como adjunto do presidente e passou a vereador eleito no ano seguinte, disse que a câmara tem também sido “pioneira num conjunto de iniciativas nas áreas da ação social, saúde, educação ou cultura” e vem promovendo a “qualidade de vida das populações com investimento no saneamento básico, rede viária, habitação, desporto ou turismo”.

“Em termos de gestão financeira somos uma referência nacional, temos feito uma gestão séria e responsável, somos dos municípios com menor endividamento líquido e somos referência em termos contenção orçamental e estabilidade financeira”, destacou.

José Carlos Pereira, que preside à concelhia social-democrata de Alcoutim, frisou que, apesar da crise, que o município também sente, a “câmara tem estabilidade financeira e recursos para poder continuar o trabalho que tem sido feito”.

“Queremos continuar a promover o crescimento económico, criando mais riqueza, e esta é uma prioridade, com o objetivo claro de, a curto prazo, criar mais emprego”, considerou.

O candidato do PSD às autárquicas deste ano, que está à frente do executivo camarário com o atual presidente (impedido de concorrer devido à lei delimitação de mandatos) desde 1993, prometeu apostar na construção de lares e de uma unidade de cuidados continuados caso vença as eleições num dos concelhos mais desertificados do país.

“Vamos apostar seriamente em infraestruturas sociais e de saúde, estou a falar de lares e de uma unidade de cuidados continuados. É a forma que temos de, mais urgentemente e a curto prazo, criarmos emprego. Cada lar emprega entre 25 e 30 pessoas”, justificou.

José Carlos Pereira recordou que, no início deste mandato, a câmara se propôs a construir quatro lares, o que representa, segundo o candidato, “à volta de 100 postos de trabalho”.
Lusa

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