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As candidaturas para a ‘Missão País’ que irá realizar-se em Alcoutim de 2 a 9 de fevereiro deste ano estão a decorrer e ainda há algumas vagas, disse ao jornal Folha do Domingo, Catarina Gonçalves, uma das chefes gerais.

Os interessados em participar na semana de voluntariado missionário que irá ser desenvolvida pelos estudantes da Universidade do Algarve (UAlg) poderão continuar a candidatar-se até à véspera da mesma, caso o número limite de participantes ainda não tenha sido atingido.

Para além de Catarina Gonçalves, estudante de Ciências Biomédicas da UAlg, a missão terá também como chefe geral João Espanhol, estudante de Economia daquela academia. A equipa será composta por mais seis chefes de serviço: Tomás Bravo e Maria Mira, chefes da comunidade da oração, Rita Marques e Xavier Mestre, chefes da comunidade de serviço, e Rodrigo Soares e Raquel Travia, chefes da comunidade de teatro.

A organização está ainda a promover uma recolha de alimentos para as refeições dos voluntários durante a semana que podem ser entregues nas igrejas do concelho de Alcoutim e na igreja de São Pedro, em Faro. O que sobejar será entregue a uma instituição ainda a definir.

O Algarve contará este ano com três ‘Missões País’ em Alcoutim, Monchique e Sagres.

A ‘Missão País’ é um projeto católico criado em 2003 a partir do Movimento Apostólico de Schoenstatt (embora hoje seja independente) que organiza e desenvolve missões universitárias a partir de várias faculdades de norte a sul de Portugal, sendo que a mais sul é a Universidade de Évora. São semanas de apostolado e de voluntariado social que decorrem durante três anos consecutivos no período de interrupção de aulas entre o primeiro e o segundo semestres, divididas em três dimensões complementares – externa, interna e pessoal –, em que o primeiro ano consiste no “acolhimento”, o segundo na “transformação” e o terceiro no “envio”.

Ao longo dos seus 16 anos, a ‘Missão País’ já organizou e desenvolveu mais de centena e meia de missões, envolvendo no último ano 3.000 jovens missionários. Este ano receberam mais de 5.000 inscrições, mas só puderam aceitar 3.200, algumas delas de estudantes da UAlg. É que a organização possibilita que os universitários que não tenham a ‘Missão País’ promovida na sua universidade possam juntar-se a outras academias que a promovam.

As missões têm resultado na criação de vários núcleos católicos dentro das universidades, constituídos em grupos de oração, de partilha e também de discussão sobre temas que relacionem os seus estudos com a fé.

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