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Em declarações à agência Lusa, José Estevens apontou a Cultura, o Desenvolvimento Económico e o Turismo, o Desporto ou as Relações Comerciais como áreas em que o aprofundamento da cooperação por via da Eurocidade pode “trazer ganhos muito grandes” para os dois concelhos do Algarve e o município vizinho da região espanhola da Andaluzia.

“O mais importante é começarmos a aprofundar o conhecimento e criarmos os instrumentos que nos levem a obter mais-valias e ganhos em vários âmbitos. Penso que são muitos os campos em que há espaço para o reforço da solidariedade, para a cooperação e a construção de projetos comuns”, afirmou o autarca de Castro Marim, que formalizou a adesão do município ao projeto.

“Com o aproveitamento de equipamentos que os três municípios têm e a racionalização do uso comum, podem resultar ganhos muito importantes para as comunidades deste território”, sublinhou.

José Estevens explicou que o convite para o município a que preside aderir foi feito pela Eurocidade constituída em janeiro por Ayamonte e Vila Real de Santo António, com o patrocínio da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Algarve, e “terá sido o resultado de alguma avaliação, tendo-se chegado à conclusão que fazia menos sentido a Eurocidade sem a inclusão de Castro Marim”.

O autarca disse que, “até pelo modo como se dividem os territórios dos dois concelhos (portugueses) e como está estabelecida a ligação e as relações com Ayamonte”, com a ponte Internacional do Guadiana, que faz a ligação entre o Algarve e Andaluzia, no seu território, “faz todo o sentido que Castro Marim participe neste projeto”.

José Estevens disse ainda que, antes de ser criada a Eurocidade, Castro Marim já vinha a pensar neste projeto, mas “no âmbito da associação Odiana”, participada por três concelhos do Baixo Guadiana – Castro Marim, Vila Real de Santo António e Alcoutim.

Lusa

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