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“Para o Olhanense, chegar a Alvalade e trazer o empate, seria um resultado positivo”, resumiu Daúto Faquirá, ao ser questionado se ficaria satisfeito precisamente com aquele desfecho.

“Da minha parte, dizer aqui que não, que vou a Alvalade e quero os três pontos e se vier com um ponto não venho feliz, seria irrealista e eu gosto de falar e ser o mais pragmático possível”, acrescentou.

Daúto Faquirá frisou que, dadas as diferenças naturais entre Sporting e Olhanense, o que constitui também um “fator extra de motivação”, este jogo significa antes de mais “uma janela de oportunidade”.

“É um adversário que tem um investimento incomparável à maior parte das equipas da Liga, com jogadores de seleção, um campo bonito e é um jogo televisionado: tudo isto resulta numa janela de oportunidade para nos projetarmos, projetar o clube, projetar a cidade e fazer um bom jogo”, salientou.

Faquirá recorreu a uma metáfora para sublinhar que os “leões” vão ter de se esforçar bastante para triunfar no sábado.

“Em África, costuma dizer-se que uma gazela sabe que tem de correr para fugir do leão e o leão sabe que tem de correr imenso para não morrer à fome. Independentemente de ser uma gazela, neste caso nós, usando uma metáfora, ou um leão, é preciso fazer pela vida se nos quisermos manter vivos. Tanto nós como o Sporting vamos ter de correr e trabalhar muito”, explicou.

Apesar do Olhanenses se debater com vários lesionados, a baixa já certa do médio defensivo Fernando Alexandre é a única que obrigará Faquirá a mexer no seu “onze tipo” e o técnico assumiu que Delson ou Lulinha são as duas opções para o lugar.

O Sporting, terceiro classificado com seis pontos, recebe no sábado o Olhanense, sétimo classificado com cinco pontos, em jogo marcado para as 19:15, com arbitragem de André Gralha (Santarém).

Lusa

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