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O bispo do Algarve explicou em informação enviada aos padres e diáconos que a comissão por si nomeada para a reflexão sobre a diocese resultou da ponderação surgida na última reunião do Conselho Presbiteral, realizada a 18 de maio deste ano.

D. Manuel Quintas explica que naquela reunião se partilhou “a vida e a ação do Clero em geral, bem como a sua ação pastoral nas áreas que inspiram mais cuidados a curto e a longo prazo”. “Reconhece-se a urgência de planear o futuro dada a sua escassez e o seu envelhecimento, através da elaboração de um plano global de reorganização da Diocese. Para tal foi sugerida a criação de um pequeno grupo, que pensasse esta problemática e apresentasse uma proposta”, indicou ainda o memorando do encontro.

O bispo diocesano nomeou na passada sexta-feira, 10 de setembro, o cónego Carlos César Chantre, vigário geral, o padre António de Freitas, vigário para a pastoral, o cónego Mário de Sousa, vigário da vara de Portimão, e o padre Pedro Manuel, vigário da Vara de Loulé, como membros da referida comissão. “Este grupo tem plena liberdade de associar a si, mesmo ocasionalmente, mais alguém, clérigo, consagrado/a ou leigo/a”, acrescenta o bispo do Algarve.

O Conselho Presbiteral, segundo o Código de Direito Canónico, é uma espécie de senado do bispo que representa o presbitério, com a missão de auxiliar no governo da diocese.

O organismo é constituído por membros “natos”, como o vigário-geral e outros vigários para diversas áreas pastorais; membros eleitos das vigararias (conjuntos de paróquias); e membros nomeados pelo bispo.

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