Igreja do Algarve em festa pela ordenação de novo diácono rumo ao sacerdócio
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Corpo Nacional de Escutas condecorou o padre António da Rocha

Foto © Samuel Mendonça

O Corpo Nacional de Escutas (CNE) condecorou o padre António da Rocha no passado sábado com a Cruz de São Jorge – Primeira Classe – Ouro.

A distinção, proposta pelo Agrupamento 1172 de São Luís de Faro, foi aprovada pela Junta Regional do Algarve e pela Junta Central do CNE. Segundo o chefe regional do Algarve daquele movimento escutista, chefe José Cercas Vicente, que explicou a condecoração, a mesma deveu-se ao facto de o sacerdote “ser, juntamente com a direção do agrupamento, um dos maiores vigilantes pela aplicação do método escutista”.

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O dirigente justificou ainda o galardão pelos “relevantes serviços prestados” ao CNE pelo homenageado “com o seu espírito de serviço e exemplo de vida cristã”, a “fidelidade sempre demonstrada à lei, aos princípios e ao método escutista” e a “forma como sempre desempenhou as suas missões, por estar sempre alerta para servir em todas as circunstâncias”.

O chefe Cercas Vicente lembrou que o padre António da Rocha iniciou a sua vida escutista no Seminário Conciliar de Braga em 1963. “No Algarve foi assistente do [Agrupamento] 98 de 1969 a 1971. Foi o mentor e grande impulsionador para a formação do Agrupamento 1172 de São Luís, tendo começado a procura de futuros dirigentes de 1997 a 1998”, afirmou.

Foto © Samuel Mendonça

O agrupamento foi fundado a 2 de julho de 2000. Funcionando até hoje sem qualquer interrupção, “já conheceu três sedes devido ao aumento do contingente, as duas primeiras cedidas pelo pároco” e a atual nasceu de uma parceria com a Câmara de Faro, mas “sempre com o aval e apoio incondicional do assistente padre António da Rocha, que além de incentivar contribuiu financeiramente para que hoje o 1172 tenha uma sede digna para as suas atividades”, acrescentou o chefe regional.

Fui sempre um bocadinho alérgico a condecorações. A área da fé cristã não há direito a condecorações. A única condecoração que temos é a tranquilidade de consciência pelo bem que fazemos e a recompensa que o Senhor dará a todos nós. De qualquer maneira não poderei deixar de manifestar o meu reconhecimento à Junta Regional por esta manifestação de reconhecimento, carinho, amizade e serviço também.

Foto © Samuel Mendonça

Surpreendido, o sacerdote considerou-se “um bocadinho alérgico a condecorações”. “Na área da fé cristã não há direito a condecorações. A única condecoração que temos é a tranquilidade de consciência pelo bem que fazemos e a recompensa que o Senhor dará a todos nós”, justificou o padre António da Rocha que agora deixará de ser assistente daquele agrupamento escutista, tendo, não obstante, manifestado o seu “reconhecimento à Junta Regional” por aquela “manifestação de reconhecimento, carinho, amizade e serviço”.

A condecoração, entregue pelos chefes Filipe Lourenço e António Pereira do Agrupamento 1172, decorreu no final da eucaristia de tomada de posse do sucessor do padre António da Rocha na paróquia de São Luís de Faro que teve lugar na igreja paroquial.

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