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Corpo Nacional de Escutas vai eleger Junta Regional e Conselho Fiscal e Jurisdicional do Algarve

A eleição para escolher a próxima Junta Regional e Conselho Fiscal e Jurisdicional do Algarve do Corpo Nacional de Escutas (CNE) vai decorrer no dia 16 de junho.

A única lista candidata para o triénio 2019-2021, sob a designação “A luz que te guia”, já foi homologada pelo bispo do Algarve. A informação foi dada pelo próprio D. Manuel Quintas durante a eucaristia do Dia do CNE, em Loulé, no último domingo.

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Foto © Samuel Mendonça/Folha do Domingo

O prelado deixou uma “palavra de estímulo” aos candidatos, considerando aquela candidatura um “sinal de que o CNE está garantido aqui no Algarve”. O prelado desejou ainda “que o escutismo no Algarve continue a ser um movimento que acolhe, que ajuda a crescer, que está atento, que escuta as necessidades a todos os níveis e procura também corresponder de diferentes maneiras e de diferentes modos”.

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Foto © Samuel Mendonça/Folha do Domingo

O bispo do Algarve agradeceu ainda à Junta Regional que está em final de mandato.

A lista candidata à Junta Regional do Algarve é composta por Luís Cabrita, candidato a chefe regional, Cristina Pestana, candidata a chefe regional adjunta, Luís Balacumba, candidato a secretário regional administrativo, Luís Lidington, candidato a secretário regional financeiro, Luís Santos, candidato a secretário regional para o plano e projetos, Vanda Brazona, candidata a secretária regional pedagógica, João Ramalho, candidato a secretário regional pedagógico e Filipa Brás, candidata a secretária regional para a comunicação e imagem.

Como objetivos para chefia regional, a lista candidata propõe “definir e implementar a política regional de expansão, definindo objetivos para a abertura de novos agrupamentos”; “criar o projeto de uma equipa de conselheiros jovens da região”; “promover e garantir um espírito de união e equipa forte, que possibilite uma entreajuda e solidariedade constante”; “iniciar o processo de procedimentos e normas para a formação na região”; “proporcionar uma oferta formativa clara, acessível e adequada às necessidades e realidade regional”; e “garantir o cumprimento das diretrizes nacionais na oferta formativa regional”.

Como objetivos gerais, a lista candidata propõe “potenciar nos agrupamentos uma educação autêntica dos jovens através do método escutista”; “implementar uma formação adequada e atual que desenvolva os conhecimentos e competências dos adultos no CNE e conduza para as atitudes inerentes ao ser dirigente”; “promover a proximidade e o apoio aos agrupamentos e suas unidades”; “aprofundar o sentimento de pertença à Igreja Diocesana do Algarve”; “estreitar as relações institucionais e reforçar a cooperação com entidades externas”; “valorizar a cooperação eficaz com todos os órgãos e estruturas da região”; “garantir a eficiência na gestão administrativa e financeira”; “fomentar um crescimento sustentável do efetivo regional”; “reforçar, dinamizar e cuidar dos recursos patrimoniais”; “realizar atividades que sejam de referência e unam a região”; “mobilizar a região no alcançar de objetivos comuns”; “comunicar de forma abrangente, clara e próxima”; “envolver toda a região na dinâmica deste projeto”; “integrar escuteiros com menos de 25 anos nas equipas de suporte/departamentos da junta regional”.

O CNE, fundado em 1932 no Algarve pelo cónego José Augusto Vieira Falé, conta atualmente com 35 agrupamentos num total de quase 2.400 elementos.

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