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A Câmara de Monchique interditou o acesso a todos os locais da serra mais procurados por turistas e residentes, entre os quais o alto da Fóia, para travar a propagação da covid-19, foi ontem anunciado.

Em comunicado, o município justifica a interdição às zonas de visitas turísticas como “mais uma das medidas para evitar a disseminação do novo coronavírus e de reforço para a necessidade de todos ficarem em casa”.

Entre os locais cujo acesso foi interditado contam-se o alto da Fóia, o local mais visitado do concelho e um dos mais procurados por turistas e residentes no Algarve, assim como todos os parques de merendas do concelho, como é o caso do Barranco dos Pisões.

De acordo com a autarquia, para impedir o acesso aos locais mais procurados pelos turistas e por residentes em toda a serra algarvia, “foi colocada sinalética própria bilingue”.

“Estas medidas são monitorizadas pelas forças de segurança, a fim de evitar qualquer situação de risco e resultam da entrada na fase de mitigação da covid-19, no âmbito do Plano de Emergência Nacional”, sublinha a autarquia.

A Câmara de Monchique reforça o apelo para que as pessoas evitem deslocar-se em visitas turísticas ao concelho e que cumpram as recomendações da Direção-Geral da Saúde, particularmente na quadra da Páscoa, no sentido de permanecerem casa para evitar a propagação da covid-19.

O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já infetou cerca de 1,4 milhões de pessoas em todo o mundo, das quais morreram mais de 80 mil.

Dos casos de infeção, cerca de 260 mil são considerados curados.

Em Portugal, segundo o balanço feito na terça-feira pela Direção-Geral da Saúde, registaram-se 345 mortes e 12.442 casos de infeções confirmadas.

Portugal encontra-se em estado de emergência desde as 00:00 de 19 de março e até ao final do dia 17 de abril, depois do prolongamento aprovado na quinta-feira na Assembleia da República.

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