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Bispo do Algarve recorda que D. António Francisco Santos tinha uma “harmonia contagiosa”

Foto © LFS/Agência Ecclesia

O bispo do Algarve, D. Manuel Quintas, recorda “a serenidade” que D. António Francisco Santos, falecido esta segunda-feira, no Porto, “tinha e incutia nos outros”.

Ao reviver os momentos que passou com o bispo do Porto, D. Manuel Quintas realça que ele “tinha uma harmonia muito grande: ao nível humano, espiritual e pastoral”, disse à Agência Ecclesia.

Momentos antes da celebração das exéquias, na qual está a participar, o bispo do Algarve sublinhou que D. António Francisco Santos “era uma referência em todos os sentidos”.

D. António Francisco dos Santos que foi nomeado bispo do Porto em fevereiro de 2014 e tomou posse a 5 de abril do mesmo ano “tinha um grande humanismo e um sorriso espontâneo e acolhedor”, salientou o bispo do Algarve.

Com uma “harmonia contagiosa”, o falecido bispo era natural de Tendais, no Concelho de Cinfães (Diocese de Lamego) e e foi ordenado padre em dezembro de 1972.

João Paulo II nomeou-o auxiliar de Braga, a 21 de dezembro de 2004, tendo sido ordenado bispo em março de 2005, na Sé de Lamego; Bento XVI escolheu-o como bispo da Diocese de Aveiro, em setembro de 2006 e tomou posse a 8 de dezembro do mesmo ano.

Na Conferência Episcopal Portuguesa, D. António Francisco dos Santos ocupava o cargo de presidente da Comissão Episcopal da Pastoral Social e Mobilidade Humana e de vogal da Comissão Episcopal da Educação Cristã e Doutrina da Fé.

O corpo do bispo do Porto esteve em câmara ardente e a missa exequial está ainda a decorrer na catedral diocesana.

com Ecclesia

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