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“Mesmo que se questione o momento menos bom ou de menor fulgor do FC Porto, nos últimos três jogos [para o campeonato] traz 11 golos marcados e zero sofridos. Cai por terra qualquer teoria que nos permitisse considerar este jogo menos difícil do que os outros contra os ‘grandes’”, disse Daúto Faquirá, na antevisão à partida.

Para o técnico, o FC Porto é, dos três habituais candidatos ao título, “a equipa mais coesa, mais compacta, que joga mais como grupo”, lembrando que “depois tem figuras que desequilibram e resolvem problemas quando as coisas, coletivamente, não funcionam bem”.

Daúto Faquirá salientou que, para conseguir bater o campeão nacional, o Olhanense “terá de jogar com intensidade e ser uma equipa ambiciosa, agressiva e que jogue em antecipação”.

“Esses são os três ‘A’ que eu lembro sempre aos meus jogadores, ambição, agressividade e jogar em antecipação. São os pressupostos fundamentais para conseguirmos estar mais perto do êxito. Às vezes não chega, mas é um bom ponto de partida para ganhar ou, pelo menos, fazer pontos”, acrescentou.

Depois de um empate em Alvalade e uma derrota na Luz, Daúto Faquirá espera que ao terceiro jogo com os “grandes” consiga vencer.

“Nós gostávamos de contrariar os últimos resultados com o FC Porto – e comigo, no ano passado, nem sequer pontuámos. Era bom se tal acontecesse mas vai ser difícil”, salientou.

O facto de jogar em casa “é um fator preponderante para as equipas menos fortes”, dizendo contar com “o apoio do público”.

“Conhecemos os ‘cantos à casa’. Mas nos jogos contra os ‘grandes’, estes têm sempre maior percentagem de favoritismo”, ressalvou Daúto Faquirá, que não pretende mudar a identidade e princípios de jogo dos algarvios.

O Olhanense, sétimo classificado, com 12 pontos, recebe sábado às 20:30 o FC Porto, líder do campeonato com 23 pontos, em jogo que será arbitrado por João Capela (Lisboa).

Lusa
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