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“Não oferece a mínima contestação a vitória. Estamos satisfeitos por fazermos 12 pontos ‘cedo’, digamos assim, à sétima jornada, um facto extremamente importante em função dos nossos objetivos”, disse Daúto Faquirá, na conferência de imprensa.

O técnico salientou que a vitória “se começou a adivinhar muito cedo”, pela forma como o seu conjunto entrou em jogo.

“Falhámos o penalti mas conseguimos ser estáveis psicologicamente para continuar a impor um ritmo forte, estratégia que dificultou imenso o futebol do Vitória”, disse.

Apesar da “boa reação de 10/15 minutos” do adversário no início da segunda parte, Daúto Faquirá realçou que, sem os problemas a meio campo (Delson e Cadu saíram lesionados), isso não sucederia, o que acaba “por dar mais crédito à vitória”.

O treinador espera que os jogadores lesionados – que se juntam nessa condição aos médios Fernando Alexandre e Nuno Piloto – recuperem na paragem do campeonato, mas salientou que “outros jogadores surgirão” e serão encontradas “soluções” dentro do grupo se for necessário.

Ricardo Martins, adjunto do Vitória de Setúbal, que se apresentou na conferência de imprensa no lugar do treinador Manuel Fernandes, falou “em duas partes distintas”, mas reconheceu a justiça do resultado, “pelo que aconteceu nos 90 minutos”.

“A nossa primeira parte foi quase para esquecer, porque quando cometemos erros temos de retificar e é isso que vamos fazer. Demos muita liberdade ao adversário, que soube aproveitar e fez aquilo que sabe fazer bem”, disse.

No segundo tempo, a equipa melhorou: “Retificámos os erros, reduzimos a desvantagem, com controlo e posse de bola, e quando pretendíamos chegar ao empate, sofremos mais um golo de bola parada. Aí, o jogo, para nós, acabou”, afirmou.

Lusa
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