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Numa questão enviada ao Ministério da Solidariedade e da Segurança Social e hoje divulgada, o parlamentar questiona quantas habitações foram destruídas, total ou parcialmente, e quais as que receberam apoios para a reconstrução.

O deputado quer também saber em que data foram desbloqueadas as verbas para a reconstrução das casas, quantas foram já reconstruídas e reocupadas pelos moradores e quando terminará o processo.

Paulo Sá questiona ainda por que razão alguns moradores referenciados pela Segurança Social para receber os apoios apenas recentemente foram informados de que as suas casas não seriam afinal incluídas nos projetos de reconstrução.

"Muitas vítimas do incêndio esperam e desesperam pelos apoios prometidos para a reconstrução das suas casas, muitos deles em condições precárias no que diz respeito às soluções provisórias de alojamento", lê-se num comunicado do partido.

O deputado comunista dá o exemplo de um residente da freguesia de Santa Catarina, no monte Carvalhoso, que desde o incêndio vive "em situação muito precária", num galinheiro anexo à sua casa.

Para segunda-feira está marcada a assinatura dos autos de consignação do primeiro conjunto de obras de reconstrução das habitações ardidas em São Brás de Alportel.

Na ocasião será ainda apresentado o plano de intervenção social LARA, ao abrigo do Contrato Local de Desenvolvimento Social.

Lusa

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