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“Em casa temos tido um comportamento muito forte – somos uma das três equipas que ainda não perdeu –, mas, realmente, sabemos que uma vitória fora dará mais alento para conseguirmos outras vitórias. É esse desafio que colocamos a nós próprios, vencer fora de casa”, disse Daúto Faquirá, na antevisão da partida.

Na jornada de encerramento da primeira volta, a equipa de Olhão procura também quebrar o jejum de triunfos, que já dura há mais de três meses, desde 02 de uutubro, quando, na sétima ronda, venceu o Vitória de Setúbal (3-1).

“Tivemos uma zona de conforto no início do campeonato, que perdurou durante algum tempo. Agora, as coisas não têm corrido como queremos, mas quando começámos o campeonato sabíamos que teríamos uma estrutura montada e alguns momentos de tormenta. Temos de encarar as dificuldades de frente”, frisou Daúto Faquirá.

O desejo do grupo passa por “regressar às vitórias”, perante “uma equipa difícil, com qualidade e que vem em crescendo – nos últimos seis jogos, venceu três e empatou dois”.

O “onze” contará com Mexer no lugar de lateral direito, no lugar do castigado e habitual titular João Gonçalves, Rui Duarte a “10” e Adilson como elemento mais avançado, revelou ainda o treinador do emblema “rubronegro”.

Após o jogo com o Rio Ave, seguir-se-ão mais três jogos fora, dois deles na Luz, a contar para as taças nacionais, com Daúto Faquirá a lamentar o “handicap” de o Olhanense estar sedeado numa zona que “implica grandes deslocações”.

O técnico disse, no entanto, que a equipa não se vai desviar da sua prioridade, que é o campeonato: “Se este é um mês decisivo? Não. Vamos ultrapassar este mês sem nos desviarmos das nossas prioridades e procurar somar o maior número de pontos possível para atingirmos o nosso objetivo, a manutenção na Liga”.

O Rio Ave, 13.º classificado, com 14 pontos, recebe domingo, no Estádio dos Arcos, em Vila do Conde, pelas 16:00, o Olhanense, 11.º, com 16 pontos, em jogo que será arbitrado por Cosme Machado (Braga).

Lusa

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