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Diocese do Algarve apresentou o programa do último ano do seu triénio pastoral (com vídeo e fotogaleria)

Foto © Samuel Mendonça/Folha do Domingo

A Diocese do Algarve iniciou o último ano do Programa Pastoral trienal que a tem vindo a conduzir desde 2017 sob o tema “Anunciar o Evangelho da Família – «edificar a sua casa sobre a rocha»”.

O programa deste ano 2019/2020, que tem como tema “Testemunhar o Evangelho da Família”, foi lançado e apresentado na manhã do passado sábado no contexto da Assembleia Diocesana que voltou a realizar-se no salão da igreja de São Pedro do Mar, em Quarteira, e a contar bispo, padres, diáconos, seminaristas, religiosos, consagrados e leigos, reunindo cerca de 250 representantes das paróquias, dos serviços e movimentos da Igreja algarvia.

Foto © Samuel Mendonça/Folha do Domingo

Este ano pastoral, agora iniciado, convergirá para a realização do simpósio sobre a família, anunciado no início do triénio 2017/2020, e que terá lugar a 30 de maio de 2020, no auditório do Campus de Gambelas da Universidade do Algarve, coincidindo com o Dia da Igreja Diocesana.

Foto © Samuel Mendonça/Folha do Domingo

O vigário episcopal para a pastoral da Diocese do Algarve, na apresentação que fez do programa pastoral, referiu-se a essa iniciativa, alertando que ela “só terá sentido e só poderá produzir os seus frutos se, verdadeiramente, for um trabalho que começa já a ser motivado, quer pelas equipas vicariais, quer pelas paroquiais”. O padre António de Freitas desafiou mesmo a que cada paróquia e cada vigararia procurem “traçar um caminho que conduza ao simpósio” e pediu às famílias que procurem “acompanhar dinâmicas vicariais e paroquiais” na preparação daquele evento.

No âmbito da família – uma das três áreas prioritárias do programa pastoral a par da juventude e das vocações – o padre António de Freitas ainda exortou as paróquias e as vigararias à criação ou ao reforço, caso já existam, das equipas da pastoral familiar. As comunidades paroquiais foram ainda desafiadas a “contribuir para iniciativas vicariais” no âmbito da pastoral da família.

Foto © Samuel Mendonça/Folha do Domingo

Aquele responsável destacou a importância de “ajudar a formar a consciência” das famílias, dos jovens e todos os cristãos para que possam “perceber que os gestos quotidianos devem transparecer a caridade que é o coerente testemunho do evangelho de Cristo”. “E este trabalho tem de ser pensado pelas paróquias porque não pode ser feito somente a nível de vigararia ou de diocese”, defendeu, considerando o presente programa pastoral como uma “oportunidade para ir mais além da caridade institucionalizada”. Nesse sentido, alertou que “as atividades diocesanas ajudam, promovem, mas não substituem a pastoral quotidiana das paróquias e das vigararias”.

No âmbito da juventude, o sacerdote desafiou a “assumir novos estilos e estratégias” que levem a “sair dos esquemas tradicionais de pastoral”, partindo das “necessidades e desejos dos jovens” com aposta numa “linguagem de proximidade”. O vigário episcopal para a pastoral disse ser necessário “criar dinamismos de corresponsabilidade” para que “os jovens não sejam somente fazedores de ações, mas também decisores” e aludiu a “percursos de maturação que levem os jovens a que se sintam evangelizadores dos outros jovens”.

O padre António de Freitas referiu ainda que no contexto das vocações prosseguirão os “encontros e visitas aos grupos de catequese e de jovens” e a intenção de “realizar e promover tempos de oração e de vigília como resposta ao Evangelho”, bem como de “preparar e colocar à disposição meios para fomentar encontros e orações”.

O sacerdote – que exortou a “recuperar as equipas vicariais”, da catequese, da juventude, da caridade e da liturgia para que não se perca a “rede de trabalho” e a “proximidade da Igreja” – considerou que o programa do último ano do triénio pastoral “pode ser uma boa oportunidade para fomentar uma maior consciência na relação entre a fé e a vida quotidiana a partir das famílias”. O padre António de Freitas desejou que este programa pastoral possa levar a Igreja algarvia a constatar que depois deste triénio “cresceu porque saiu de si mesma, descentrou-se e voltou-se para fora”.

Assembleia Diocesana 2019 da Diocese do Algarve

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