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A Diocese do Algarve enviou ontem, através do seu gabinete de informação, uma nota aos órgãos de comunicação social a esclarecer uma notícia veiculada nos últimos dias no Correio da Manhã, com testemunhos de duas mães sobre alegados maus-tratos aos seus filhos na creche do centro infantil “O Despertar”, uma das valências da Cáritas algarvia.

O documento refere que a direção da Cáritas Diocesana, quando tomou conhecimento das queixas em julho passado, “suspendeu de imediato as funcionárias que alegadamente praticaram estes atos e deu início ao respetivo processo disciplinar”.

A nota informa ainda que “a direção da Cáritas Diocesana tomou providências junto do Ministério Público, para que este organismo investigasse estas alegadas agressões, estando o processo neste momento em segredo de justiça” e acrescenta que o bispo do Algarve, informado do processo pela direção da Cáritas Diocesana, “manifestou-lhe o seu apoio e a sua confiança”. D. Manuel Quintas solicitou, igualmente, que o processo “fosse tratado de acordo com as leis em vigor nestas circunstâncias”, “com o conhecimento dos pais”.

A Diocese do Algarve garante ainda que a direção da Cáritas Diocesana “está a realizar todos os procedimentos para garantir a absoluta segurança e bem-estar a todos os bebés e crianças” que frequentam o centro infantil.

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