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Foto © Samuel Mendonça/Folha do Domingo

A Diocese do Algarve promoveu no passado sábado um encontro no âmbito da pastoral social que constituiu simultaneamente as XVII Jornadas de Ação Sociocaritativa e o VIII Encontro dos Centros Sociais Paroquiais e das Santas Casas da Misericórdia.

Foto © Samuel Mendonça/Folha do Domingo

A formação, que teve lugar no Centro Pastoral e Social de Ferragudo com a participação de 65 pessoas de todo o Algarve, promoveu a reflexão da carta apostólica sob a forma de ‘motu proprio’ Intima Ecclesiae Natura [A natureza íntima da Igreja] de Bento XVI, de novembro de 2012, que apresenta orientações sobre o serviço da caridade. A apresentação do documento coube ao presidente da Cáritas Portuguesa, Eugénio da Fonseca, que lembrou que o ‘motu proprio’ “é uma determinação para cumprir” porque “tem valor legal, considerando-o como um “encarte do Direito Canónico”.

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Depois do almoço, foi apresentada a rede ‘Cuidar da Casa Comum’ que tem como objetivo principal “dar a conhecer e aprofundar a encíclica Laudato Si’” [Louvado Seja] do papa Francisco, de maio de 2015, que tem como temática central a ecologia. A iniciativa, dada a conhecer pela professora catedrática de Filosofia Moderna e Contemporânea, Maria Luísa Ribeiro Ferreira, foi constituída por iniciativa de um conjunto de pessoas individuais, a que entretanto se juntaram instituições, organizações e movimentos da Igreja Católica, e tem o apoio da Conferência Episcopal Portuguesa através da Comissão Episcopal do Laicado e Família.

No encontro, o bispo do Algarve exortou a que o trabalho na pastoral social seja “um sinal cada vez mais claro do amor de Cristo”.

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Lembrando que as jornadas bíblica, litúrgica e sóciocaritativa se realizaram em conjunto nos últimos dois anos, D. Manuel Quintas mostrou-se mais favorável a este retorno à sua realização em separado. “Penso que separando, damos a oportunidade de aprofundar mais estes diferentes sectores e também se exprime verdadeiramente aquilo que é a dimensão sóciocaritativa como uma dimensão que deve ter rosto, lugar e expressão própria”, afirmou.

“Também costumávamos reunir os centros sociais paroquiais, independentemente da jornada sóciocaritativa. Este ano decidimos fazer assim e vamos ver, a partir daqui, como é que vamos fazer”, acrescentou.

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