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“Há situações que ainda temos de analisar com profundidade mas, olhando para aquilo a que as pessoas dão mais importância, que são os pódios, conseguir sete medalhas e ouvir o hino duas vezes é muitíssimo positivo”, referiu o responsável da Federação Portuguesa de Atletismo.

Portugal conseguiu um total de sete medalhas, quatro individuais (ouro para a sénior Jessica Augusto e bronze para os seniores Dulce Félix e Youssef El Kalai e para o júnior Rui Pinto) e três coletivas (ouro para as seniores femininas e prata nos seniores masculinos e juniores masculinos).

Em paralelo, José Barros destacou também “o número de atletas que estiveram nos oito primeiros classificados, os lugares finalistas do campeonato”, e a prestação de “um conjunto de jovens que mantém o seu processo de criação de bases para que um dia possam vir a estar entre a equipa principal”.

A prestação da seleção principal feminina foi a mais elogiada pelo selecionador, falando “em dois marcos fabulosos”.

“Pela primeira vez, tivemos uma campeã da Europa individual em termos seniores [Jessica Augusto], depois de já ter sido campeã como júnior e ter conseguido um segundo lugar nos seniores. E depois, com um recorde de pontuação da equipa feminina, que faz o ‘tri’, batendo sucessivamente recordes de pontuação”, rematou.

Com as sete medalhas conquistadas na pista das Açoteias, Portugal soma agora um total de 50 medalhas em Europeus de corta-mato.

Folha do Domingo/Lusa
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