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Sentíamos necessidade de pôr um pouco mais de intensidade no jogo, que parecia demasiado calmo, e conseguimos gerar essa intensidade na segunda parte. Esse estímulo emocional, mais do que as alterações, levou-nos a conseguir a vitória”, frisou.

O técnico portista desvalorizou o facto de a equipa ter aumentado a distância para o rival Benfica: “Não tem significado. O Benfica joga amanhã [domingo] em casa e não esperamos outra coisa que não a vitória. É uma equipa que está bem e motivada, o Marítimo pode criar dificuldades, mas não vejo o Benfica a perder”.

Por seu lado, o treinador do Olhanense, Daúto Faquirá elogiou o grande golo de Belluschi que abriu caminho à vitória do FC Porto, o qual considerou decisivo.

“O FC Porto desbloqueou jogo com um golo soberbo e que só está ao nível dos jogadores que o FC Porto tem. Quando não encontram soluções coletivas, há momentos e pormenores que definem quem é o mais forte”, comentou.

O técnico dos algarvios considerou o jogo “intenso, bom de se ver e com domínio do FC Porto” e acrescentou que a sua equipa “esteve bem organizada, muito bem a defender”, lamentando as “dificuldades nas transições e a transportar a bola” e sublinhando que “faltou maior definição no último terço”.

“Os jogadores estão de parabéns por tudo o que fizeram, pela bravura e capacidade de organização, e para quem não viu o jogo a frieza dos números faz pensar que a diferença em relação ao que se passou foi de 3-0, mas o resultado é penalizador para a minha equipa”, concluiu Faquirá.

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