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Em entrevista à agência Lusa, o piloto considerou que o país tem “uma pista mais do que capaz para receber um Grande Prémio, que é o Autódromo do Algarve”, lembrando ainda que o circuito do Estoril “pode receber testes, porque é uma pista muito técnica e que os pilotos gostam muito”.

O jovem piloto luso, que este ano vai disputar a World Series by Renault, acrescenta, no entanto, que antes de Portugal voltar a ter um Grande Prémio de Fórmula 1 é necessário que um piloto português regresse à categoria máxima do automobilismo.

“Acho que antes de haver um Grande Prémio em Portugal tem de existir um piloto português na Fórmula 1. O problema é que as pessoas querem tudo de uma vez, o piloto e o Grande Prémio no mesmo ano. As coisas têm de ser feitas passo a passo. Eu também não tenho um botão em que carregue e estou na Fórmula 1. Tenho de fazer este processo de piloto de testes, de estar nos bastidores de uma equipa, depois entrar na Fórmula 1, aprender e ficar na posição de ser um dos pilotos a bater e aí sim tentar trazer um Grande Prémio de Portugal”, referiu.

Redação com Lusa

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