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“Fizemos um campeonato a todos os títulos notável para este grupo de jogadores e é importante que isso seja dito e o nosso trabalho seja reforçado e reconhecidamente lembrado”, destacou Daúto Faquirá, cuja equipa conseguiu assegurar a permanência no passado domingo, com um empate caseiro diante do Benfica (1-1).

Daúto Faquirá recordou que a campanha da primeira volta “criou expetativas”, mas que o percurso global “foi ótimo”, apesar de a equipa algarvia já não festejar um triunfo há 10 partidas.

“O único jogo em que não estivemos bem foi a derrota caseira com a Naval (3-1). De resto, são resultados normais para uma equipa como a nossa. Já estávamos tranquilos, só faltava cimentar essa tranquilidade em termos matemáticos, fomos adiando e acabámos por arrumar a questão no domingo”, reforçou.

Em relação à renovação de contrato com o Olhanense, um assunto que se prolonga há meses e já provocou muitas especulações na imprensa, Daúto Faquirá foi evasivo.

“Desde Dezembro, quando se começou a falar da renovação, que sabem a minha vontade. Não falo mais sobre isso”, respondeu, questionado sobre o seu interesse em permanecer no Algarve, uma intenção que sempre foi confirmando ao longo deste período.

Quanto ao jogo com o Nacional, o técnico assume que será “difícil”, por ser diante de uma equipa “que procura um lugar europeu” e também por os algarvios terem várias baixas por lesão.

“Vamos procurar fazer o maior número de pontos nos dois jogos que faltam e vamos para este jogo para ganhar. Atingimos a nossa meta, mas a nossa motivação tem de ser intrínseca, procurando a valorização coletiva”, disse o treinador do Olhanense.

O Nacional, quinto classificado com 39 pontos, recebeno domingo o Olhanense, 12º com 30 pontos, em jogo marcado para as 20:15, com arbitragem de Diogo Santos (Aveiro).

Lusa

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