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O subdestacamento da Unidade de Controlo Costeiro (UCC) da GNR de Vila Real de Santo António informou na segunda-feira que tinha apreendido no domingo, no rio Guadiana, 1,8 toneladas de haxixe atiradas à água por uma embarcação rápida que fugiu para mar alto.

Aquela força policial acrescentou hoje que a quantidade de haxixe apreendido subiu para 2,5 toneladas, na sequência de novas buscas realizadas na segunda-feira pela GNR.

Em comunicado, a UCC da GNR adianta que, dadas as “melhores condições de visibilidade, foram destacadas diversas equipas marítimas e terrestres” com o objetivo de localizar mais fardos de haxixe.

“Findo mais um período de buscas, os militares da Guarda apreenderam mais 31 fardos de produto estupefaciente, perfazendo um total de 76, que correspondem a mais de 2.500 quilos de haxixe”, precisa a GNR em comunicado.

Segundo explicou à agência Lusa o comandante do Destacamento de Controlo Costeiro de Olhão, Nuno Marinho, “a embarcação encetou a fuga a alta velocidade na direção sul, para mar alto” e, apesar de ter sido feita uma perseguição, não foi possível abordá-la.

A droga estava a ser transportada por uma embarcação que levantou suspeitas e foi depois atirada à água pelos seus tripulantes, quando estes se aperceberam da presença da força policial.

Perante as suspeitas, os militares iniciaram o “acompanhamento contínuo dos movimentos da embarcação” e ativaram uma equipa marítima para proceder à sua interceção.

Quando se “aperceberam da presença da embarcação da GNR”, os tripulantes iniciaram uma “fuga de imediato, lançando os fardos de haxixe borda fora”, acrescentou a unidade da GNR que faz a vigilância marítima e fluvial.

A Polícia Judiciária fica agora encarregada de “prosseguir com as diligências de investigação”.

com Lusa

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