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A primeira grande oportunidade de golo surgiu aos 15’ através de uma cabeçada do ponta-de-lança Edgar. Logo a seguir, Castro responde com um remate perigoso. O Nacional da Madeira insiste nos cruzamentos altos para a área e, aos 21’, volta a criar uma oportunidade de golo por Oldoni. Aos 32’, a bola não entrou por pouco na baliza do Nacional após remate de cabeça de Djalmir.

Na 2.ª parte, Manuel Machado foi o primeiro treinador a tentar mudar o ritmo do jogo, fazendo entrar Pecnik e Anselmo para os lugares de Cléber e Anselmo. Através de uma dupla substituição, Jorge Costa tenta relançar o Olhanense, recuperando o meio-campo com o reforço Delson para o lugar de Rui Baião e dando rapidez ao ataque com a entrada de Yazalde que rendeu Djalmir. Foi neste período crucial do jogo que surgiu a expulsão de Felipe Lopes, aos 63’, por vermelho directo, após falta sobre o recém entrado Yazalde quando este se isolava para a baliza. Apesar da expulsão, o Nacional não cedeu facilmente e a vantagem numérica do Olhanense não se fez, de imediato, notar. Os treinadores apostaram a sua última cartada com as entradas de Tomasevic, pelo lado dos insulares e de Toy pelos algarvios. Aos 79’, Pecnik esteve perto de marcar mas Tengarrinha desviou a bola. Logo a seguir, lance polémico na área do Nacional com os jogadores do Olhanense a reclamar grande penalidade por alegada mão na bola de João Aurélio. Pecnik volta a estar perto do golo mas foi Toy a carimbar a vitória aos 90’ após cruzamento de Rui Duarte. Ao 4.º minuto de descontos e sem mais jogadas dignas de registo, Duarte Gomes apitou para o final do jogo.

O Olhanense respira um pouco melhor, tendo agora motivos para encarar o novo ciclo de jogos com optimismo. O Nacional, a atravessar uma fase irregular, deverá mostrar nas próximas jornadas se pretende continuar a lutar por um lugar nas provas europeias.

Abel Ramos

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