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O grupo, cuja ronda pelo país surge no âmbito da comissão parlamentar de Assuntos Económicos, Inovação e Energia, pretende reunir-se no Algarve com representantes empresariais, sindicais e do Ensino Superior, entre outros.

A análise dos modelos de desenvolvimento regional e o impacto dos fundos estruturais estarão em foco hoje à noite num jantar debate no Governo Civil de Faro, que conta com a participação de vários agentes regionais.

"O sentido geral desta iniciativa é abrir o Parlamento às realidades regionais, discutir as estratégias e os recursos e conhecer empresas inovadoras", disse à Lusa o coordenador do grupo de trabalho, Miguel Freitas.

Como tal, o grupo tem agendadas para terça feira visitas à Universidade do Algarve, a uma estação de aquacultura e a diferentes empresas nas áreas da metalomecânica, eletrónica e cortiça.

Segundo o deputado, eleito pelo círculo de Faro, a região algarvia foi a escolhida para iniciar a ronda de ações pela situação que atravessa, ao nível da retração do investimento e do aumento do desemprego.

"Depois de ter saído do objetivo de convergência, o Algarve perdeu 150 milhões de euros por ano de fundos comunitários", refere, sublinhando que a economia regional se baseia em setores fortemente atingidos pela crise.

"Nós queremos saber que propostas concretas têm os protagonistas regionais", disse, acrescentando que o desenvolvimento do interior algarvio também está na mira do grupo, que quer saber que estratégias podem ser seguidas.

O resultado do trabalho será depois apresentado num relatório a ser discutido na Comissão Parlamentar de Assuntos Económicos, Inovação e Energia, e o qual será dado a conhecer ao Governo e aos parceiros regionais e municipais.

Lusa

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