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Parente, que divide o McLaren com o francês Grégoire Demoustier, rodou apenas cinco voltas, depois do seu colega de equipa ter efetuado a primeira parte da corrida no circuito do Autódromo Internacional do Algarve (AIA).

"Foi um resultado frustrante conseguido em casa, porque pensava que conseguiríamos fazer melhor", lamentou o piloto português no final da prova.

Álvaro Parente explicou que foi obrigado a abandonar "devido a ter partido a caixa de óleo do motor, o que originou a paragem do carro, quando faltavam 10 minutos para o final da corrida".

"Sinto-me frustrado, pois quando se dá tudo e os resultados não aparecem, é frustrante", sublinhou o piloto, acrescentando que, "agora é olhar para a frente e fazer o melhor na próxima corrida".

Ainda assim, Álvaro Parente que alcançou o oitavo posto na corrida de sábado, conseguiu ficar entre os 12 classificados, a sete voltas da dupla vencedora formada pelo italiano Nicky Pastorelli e pelo germânico Thomas Jäger (Mercedes-Benz), que cumpriram os 60 minutos da corrida, à média de 156 Km/h.

A Mercedes-Benz dominou a ronda portuguesa do GT1, ao vencer as duas corridas no Autódromo do Algarve e cimentou a liderança no Mundial de Equipas, com 104 pontos, seguida da Hexis de Álvaro Parente (91).

No sábado, a primeira corrida foi ganha pela dupla Basseng/Winkelhock que hoje ficou com o segundo lugar do pódio e foi seguida do McLaren pilotado por Makowieck e Dusseldorp.

Lusa

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