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Imagem peregrina de N. Sra. de Fátima visitou a única paróquia algarvia que a tem como padroeira

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Foto © Samuel Mendonça

A imagem peregrina de Nossa Senhora de Fátima, que está desde domingo a percorrer o Algarve, foi recebida na passada segunda-feira na paróquia do Montenegro, no concelho de Faro, a única na diocese algarvia que tem a Virgem de Fátima como padroeira, facto que levou o pároco a considerar que sua visita à diocese “não poderia deixar de contar com esta passagem”.

Tendo saído da Sé de Faro, onde esteve desde domingo, a imagem chegou à noite à Avenida de Central e foi levada em procissão até à igreja paroquial, onde foi realizada uma celebração de acolhimento, presidida pelo pároco, o padre António da Rocha.

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Foto © Samuel Mendonça

Lembrando que Maria não é o centro da fé cristã, mas apenas “a medianeira ou mediadora de Jesus, aquela que aponta sempre para Ele”, o sacerdote considerou que evocou a intervenção de Maria no episódio das bodas de Caná para sublinhar “a força e o poder da intercessão mariana”. “Nossa Senhora está atenta às nossas dificuldades e, como Mãe, jamais deixará de intervir em nosso favor”, afirmou, acrescentando que a mensagem que Maria veio trazer foi a “necessidade do diálogo orante com Jesus”.

Segundo o prior, esse “diálogo orante” pode passar pela “recitação simples do terço, tal como poderá passar pelo confronto com a Palavra de Deus que ouvida, escutada, acolhida, praticada e testemunhada” leva a fazer o que Jesus diz. “É tempo de acolhermos a mensagem de Maria: «Fazei o que Ele vos disser». Há que conhecer a proposta de Jesus”, advertiu.

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Foto © Samuel Mendonça

O padre António da Rocha desejou ainda que da visita da imagem da Virgem Maria resultasse para a paróquia um “crescimento da afirmação” da sua vida comunitária, “em que famílias inteiras se integrassem na grande família paroquial, em que os serviços paroquiais pudessem contar com um maior número de boas vontades, em que uma nova onda evangelizadora inundasse a vida da comunidade paroquial”. “Seria o melhor preito que poderíamos prestar à nossa padroeira e que ela, certamente, mais apreciaria. Vamos, pois, crianças, jovens, adultos, famílias, grupos, movimentos, associações, clubes e tudo o mais, ser dignos daquela que nos veio convidar a escutar, a acolher, a fazer e a testemunhar o que Jesus nos diz”, complementou.

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Foto © Samuel Mendonça

Após a celebração, que contou com a recitação dos mistérios da alegria do terço, a imagem peregrina regressou à Sé de Faro.

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