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"Aconteceu o que sempre defendi. Houve bom senso na decisão final, num processo que não foi bem pensado, que foi precipitado e mal planeado desde o seu início", disse Isidoro Sousa, num comentário breve à agência Lusa.

O líder do clube algarvio, oitavo classificado na última Liga principal, foi, nas últimas semanas, um dos dirigentes mais queixosos em relação à deliberação da assembleia-geral da Liga de clubes (LPFP).

Sendo de novo possível o empréstimo entre clubes do mesmo escalão, o Olhanense vai agora tentar retomar alguns dos processos que ficaram parados, nomeadamente com os chamados três "grandes".

Um desses casos é o do guardião brasileiro Fabiano Freitas, transferido do Olhanense para o FC Porto no final da época passada, embora na altura tenha ficado acordado um empréstimo de uma temporada ao clube de Olhão.

"Vamos recomeçar a trabalhar nesses processos, de forma a conseguir alguns reforços e preencher as várias lacunas que o plantel ainda tem", adiantou ainda Isidoro Sousa.

Lusa

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